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	<title>Estação Vida</title>
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	<description>Blog do ICV - Instituto Centro de Vida</description>
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		<title>Desmatamento cresce 82% em Mato Grosso</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 18:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Torezzan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Daniela Torezzan / ICV Dados do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD) divulgados nesta semana pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) confirmam a tendência de alta no desmatamento em Mato Grosso, registrada desde agosto do ano &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/18/desmatamento-cresce-82-em-mato-grosso/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Daniela Torezzan / ICV</em></strong></p>
<div id="attachment_2613" class="wp-caption alignleft" style="width: 810px"><a href="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/desmatamento4.jpg"><img class=" wp-image-2613 " alt="" src="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/desmatamento4.jpg" width="800" height="451" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ibama-MT</p></div>
<p>Dados do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD) divulgados nesta semana pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) confirmam a tendência de alta no desmatamento em Mato Grosso, registrada desde agosto do ano passado. Em maio, o estado desmatou 51 quilômetros quadrados de floresta, representando 61% do total detectado em toda a Amazônia Legal (84 quilômetros quadrados). Neste cenário, entre os dez municípios que mais desmataram oito estão localizados em Mato Grosso: Nova Maringá, Marcelândia, Porto dos Gaúchos, Juína, Santa Rita do Trivelato, Rondolândia, Nova Mutum e Apiacás.</p>
<div id="attachment_2611" class="wp-caption alignleft" style="width: 671px"><a href="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/municípios.jpg"><img class="size-full wp-image-2611" alt="Figura 9. Municípios mais desmatados na Amazônia Legal em maio de 2013 (Fonte: Imazon /SAD)." src="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/municípios.jpg" width="661" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">Municípios mais desmatados na Amazônia Legal em maio de 2013 (Fonte: Imazon /SAD).</p></div>
<p><span id="more-2610"></span><!--more-->Contudo, a situação é mais preocupante se analisados os números do desmatamento acumulado nos últimos dez meses, entre agosto de 2012 a maio de 2013 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Neste intervalo de tempo, Mato Grosso registrou uma <b>alta de 82%</b> no corte raso da floresta, passando de 292 para 532 quilômetros quadrados.</p>
<div id="attachment_2612" class="wp-caption alignleft" style="width: 812px"><a href="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/quadro-sad.jpg"><img class="size-full wp-image-2612" alt="Evolução do desmatamento entre os Estados da Amazônia Legal de agosto de 2011 a maio de 2012 e de agosto de 2012 a maio de 2013 (Fonte: Imazon/SAD)." src="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/quadro-sad.jpg" width="802" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">Evolução do desmatamento entre os Estados da Amazônia Legal de agosto de 2011 a maio de 2012 e de agosto de 2012 a maio de 2013 (Fonte: Imazon/SAD).</p></div>
<p>Considerando o desmatamento acumulado nos dez meses do calendário atual de monitoramento (agosto de 2012 a maio de 2013), o Pará lidera o ranking nacional, com 41% do total desmatado, seguido por Mato Grosso, com 32%.</p>
<p>Segundo o Instituto Centro de Vida (ICV) os dados evidenciam uma retomada do desmatamento na Amazônia Legal, liderada por esses dois estados (MT e PA). “Isso mostra que a redução do desmatamento na Amazônia é um resultado que ainda não está consolidado”, alertou Laurent Micol, coordenador executivo do ICV.</p>
<p>Sobre as medidas para combater o problema, o representante da ONG ressalta a necessidade de ações de controle da ilegalidade e incentivos para práticas sustentáveis de produção. “A maioria do desmatamento continua sendo ilegal. As multas são aplicadas, mas raramente pagas, e os incentivos positivos para a produção legal e sustentável são insuficientes e difíceis de serem acessados”, expôs Laurent.</p>
<p>Para ele, essa pauta deveria ser enfrentada com urgência e determinação pelo governo do estado, que está no momento de elaborar o Programa de Regularização Ambiental (PRA) onde serão definidas as regras de aplicação do novo Código Florestal, e de fazer a revisão do Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas (PPCDQ-MT), lançado inicialmente em 2009 e que venceu em 2012. “Esperamos que esses processos sejam conduzidos com eficiência e assegurando uma participação ativa da sociedade, o que é fundamental para que esses instrumentos tenham aderência à realidade e maiores chances de sucesso”, concluiu.</p>
<p>A Amazônia Legal também registrou alta de 89% no desmatamento acumulado entre agosto de 2012 e maio de 2013 se comparado com o mesmo período anterior, passando de 873 quilômetros quadrados para 1.654.</p>
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		<title>Quatro décadas de desmatamento</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 22:21:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Djhuliana Mundel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geonotícia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo estimativas do INPE e da ONU, no ano de 1970 a floresta amazônica cobria 4.100.000 km² do território brasileiro. Quatro décadas depois, mais de 750.000 km² de floresta foram desmatados, significando que por volta de 20% da floresta existente em &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/17/quatro-decadas-de-desmatamento/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo estimativas do INPE e da ONU, no ano de 1970 a <a href="http://rainforests.mongabay.com/amazon/deforestation_calculations.html" target="_blank">floresta amazônica cobria 4.100.000 km² do território brasileiro</a>. Quatro décadas depois, mais de 750.000 km² de floresta foram desmatados, significando que por volta de 20% da floresta existente em 1970 já foi derrubada. 91 % da dessa terra desmatada desde 1970 é usada para pastagem de gado, apesar da Amazônia ser a floresta tropical mais rica em espécies do mundo, com milhões de espécies de insetos, dezenas de milhares de espécies de plantas, milhares de espécies de peixes, pássaros e mamíferos.</p>
<p><span id="more-2607"></span></p>
<p>Leia mais em <a href="http://www.oeco.org.br/geonoticias/27276-quatro-decadas-de-desmatamento" target="_blank">O Eco</a>.</p>
<p><strong>Fonte: O Eco</strong></p>
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		<title>Cotriguaçu elabora campanha de conscientização sobre queimadas</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 20:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Djhuliana Mundel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[período de estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Daniela Torezzan / ICV O período de seca em Mato Grosso já começou e com ele o risco das queimadas e incêndios florestais aumenta. Pensando nos transtornos e prejuízos que o fogo pode trazer para a sociedade, como poluição do &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/14/cotriguacu-elabora-campanha-de-conscientizacao-sobre-queimadas/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/compactada-cotri.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2600" alt="Cotriguaçu" src="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/compactada-cotri-300x190.jpg" width="300" height="190" /></a>Daniela Torezzan / ICV</em></p>
<p>O período de seca em Mato Grosso já começou e com ele o risco das queimadas e incêndios florestais aumenta. Pensando nos transtornos e prejuízos que o fogo pode trazer para a sociedade, como poluição do ar, prejuízos econômicos, problemas de saúde e destruição da fauna e flora, entre outros, o município de Cotriguaçu, localizado na região noroeste de Mato Grosso, prepara uma campanha de sensibilização sobre o tema. Nesta quinta-feira (13) aconteceu a terceira reunião com representantes da prefeitura, Conselho Municipal de Meio Ambiente, Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais – Prevfogo (Ibama) e Organizações Não-Governamentais, com o objetivo de discutir as estratégias e ações que serão desenvolvidas no sentido de fazer um alerta sobre a questão.</p>
<p><span id="more-2599"></span></p>
<p>“Sabemos que o uso do fogo tem vários fatores, principalmente culturais e econômicos, mas não podemos pensar só em resolver cada um o seu problema e compartilhar com todos os prejuízos”, afirmou Mauro Zanovello, do Prevfogo.</p>
<p>A proposta da campanha é chamar a atenção da população para os riscos e prejuízos que as queimadas ocasionam, principalmente nesta época do ano quando não há mais chuvas e o tempo fica bastante seco. Com isso, a expectativa é diminuir o número de focos de calor registrados no município. Em 2012, entre os meses de julho e setembro (período em que as queimadas estavam proibidas) o satélite referência do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (Inpe) registrou 249 focos de calor em Cotriguaçu.  Com isso, o município ficou em 29º lugar no ranking estadual.</p>
<p>De acordo com o Instituto Centro de Vida (ICV) é possível que haja um aumento nos focos de calor esse ano, principalmente decorrente dos processos de migração nos Projetos de Assentamento. “Estamos à disposição para firmar parcerias e apoiar ações com o objetivo de encontrar soluções para esse problema”, disse Camila Horiye Rodrigues, coordenadora da Iniciativa de Desenvolvimento Rural Comunitário do ICV, que reside no município. Segundo ela, a situação é reforçada pelo fato de que as pessoas que migram não participaram de nenhum processo de conscientização sobre esse problema.</p>
<p>A preocupação dos integrantes da força tarefa criada em torno da campanha tem como exemplo prático o fato de que, em 2012, o Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu figurou como o vice-campeão nacional em queimadas nessa categoria.</p>
<p>Amilton Castanha, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Agricultura, Meio Ambiente e Assuntos Fundiários, ressalta que a incidência de queimadas também afeta a imagem do município. “Além das multas individuais, tem os embargos que o município pode sofrer. Essa é uma situação que não queremos viver”, reforçou.</p>
<p>O suporte técnico para o acompanhamento dos focos de calor será feito pelo laboratório de geotecnologias instalado na prefeitura de Cotriguaçu em março de 2012 para realizar o monitoramento do desmatamento, degradação e queimadas (veja mais <a href="http://www.estacaovida.org.br/2012/03/08/laboratorio-de-monitoramento-ambiental-de-cotriguacu-esta-pronto-para-operar/" target="_blank">aqui</a>).</p>
<p>A previsão é de que a campanha seja lançada até o final deste mês.</p>
<p>As ações fazem parte do projeto Cotriguaçu Sempre Verde, desenvolvido em parceria pelo ICV com diferentes grupos da sociedade local, com apoio do Fundo Vale, para o estabelecimento de uma nova trajetória de desenvolvimento socioeconômica e ambiental para o município. Saiba mais <a href="http://www.icv.org.br/site/images/biblioteca/0810489001360258219.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Sema não apresenta Programa de Regularização Ambiental para Assembleia Legislativa</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 17:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Djhuliana Mundel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Código Florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[CAR]]></category>
		<category><![CDATA[programa de regularização ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Djhuliana Mundel / ICV Com auditório lotado, a Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou uma reunião nesta quarta-feira (12) na qual o secretário de Estado de Meio Ambiente, José Lacerda, faria uma apresentação sobre o &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/14/sema-nao-apresenta-programa-de-regularizacao-ambiental-para-assembleia-legislativa/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/compacta.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2591" alt="compacta" src="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/compacta-300x199.jpg" width="300" height="199" /></a></p>
<p><em>Djhuliana Mundel / ICV</em></p>
<p>Com auditório lotado, a Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou uma reunião nesta quarta-feira (12) na qual o secretário de Estado de Meio Ambiente, José Lacerda, faria uma apresentação sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Programa de Regularização Ambiental Rural (PRA), com a finalidade de esclarecer as dúvidas referentes às alterações estaduais visando a implementação do novo Código Florestal. Entretanto, apesar da prévia confirmação, o secretário chegou apenas quando a reunião já havia sido finalizada. Alegando compromissos de última hora, Lacerda foi representado pelo secretário adjunto de base florestal, José Rezende, que explicou não ter condições de apresentar nenhum conteúdo, já que o assunto ainda estava sendo discutido na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT).</p>
<p><span id="more-2590"></span>O deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), presidente da Comissão, destacou que o convite ao secretário Lacerda havia sido feito em outras ocasiões. “Trancamos toda a pauta da Comissão hoje para podermos debater com o secretário. Por várias vezes pedimos ao José Lacerda explicações, principalmente sobre o CAR, e mais uma vez não tivemos essa apresentação. Dessa forma é difícil acreditar e ter clareza nos temas”, afirmou o parlamentar.</p>
<p>Alice Thuault, coordenadora da Iniciativa de Transparência Florestal do Instituto Centro de Vida (ICV), que estava presente na reunião, falou que mais uma vez a falta de transparência do governo de Mato Grosso inviabiliza qualquer participação da sociedade. Segundo ela, “é dramático não haver nenhum projeto em discussão, já que se trata de uma questão estruturante e extremamente importante para Mato Grosso”. “Para um estado que estava na frente com quase 50% das propriedades registradas no CAR, estamos vivendo um grande retrocesso”, lamentou.</p>
<p>Uma nova data será agendada para que o secretário apresente o CAR e o PRA para a Comissão de Meio Ambiente da Assembleia.</p>
<p>O Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico obrigatório para todos os imóveis rurais. Criado pela Lei 12.651/2012, o CAR constitui uma base de dados para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento. Mato Grosso foi pioneiro na implantação de um programa de regularização ambiental, com o MT Legal, mas o Estado precisa ajustá-lo aos moldes do CAR instituído pelo Governo Federal no novo Código Florestal.</p>
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		<title>Previsão de fogo para a Amazônia</title>
		<link>http://www.estacaovida.org.br/2013/06/13/previsao-de-fogo-para-a-amazonia/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 19:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Djhuliana Mundel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana, cientistas americanos divulgaram dois estudos que aumentam a preocupação com o próximo período de estiagem na Amazônia. A previsão de que o período de incêncios florestais será mais servero do que em anos anteriores se soma a um &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/13/previsao-de-fogo-para-a-amazonia/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana, cientistas americanos divulgaram dois estudos que aumentam a preocupação com o próximo período de estiagem na Amazônia. A previsão de que o período de incêncios florestais será mais servero do que em anos anteriores se soma a um dado que ressalta o potencial destrutivo das chamas. Em anos de grandes incêndios, o fogo de sub-bosque, aquele que se espalha lentamente e escondido sob a copa das árvores, é capaz de atingir áreas maiores do que o desmatamento na região.</p>
<p><span id="more-2584"></span>O fogo do sub-bosque não é detectado diretamente pelos satélites que monitoram a Amazônia. Mas em um estudo publicado em abril na revista científica <a href="http://rstb.royalsocietypublishing.org/" target="_blank"><em>Philosophical Transactions of the Royal Society B</em></a>, cientistas da Nasa, a Agência Espacial Americana, utilizaram dados obtidos pelo Modis sobre a destruição causada pelo fogo e a recuperadação da floresta. Áreas atingidas pelo fogo apresentam em anos seguintes sinais de recuperação, diferentemente das áreas desmatadas que não se recuperam nos anos seguintes. O padrão de danos e recuperação ao longo dos anos oferece a informação necessária para os cientistas identificarem os efeitos do fogo no sub-bosque.</p>
<p>Entre 1999 e 2010, mais de 85,5 mil quilômetros quadrados foram consumidos pelo fogo de sub-bosque, segundo os dados da Nasa. Este número representa 2,8% do total da área de floresta. O fogo no sub-bosque avança em média a uma velocidade de 0,5 metro por minuto, bem mais lento do que na savana, por exemplo, cuja velocidade é de 100 m/s. Além disso, ao contrário de arbustos e gramíneas de savanas que podem sobreviver a incêndios de pouca intensidade, as árvores da Amazônia não estão adaptadas ao fogo.A longa e lenta queima é capaz de ocasionar uma mortalidade que pode variar de 10 a 50% das árvores da área atingida.</p>
<p>O estudo demonstra também que o risco de fogo não está associado diretamente ao desmatamento, mas às condições climáticas. Em 2003 e 2004, por exemplo, quando foram registradas altas taxas de desmatamento, as florestas próximas ás regiões desflorestadas foram pouco afetadas pelo fogo. A atividade do fogo no subbosque coincide com baixas taxas de umidade noturna, medidas pelo <a href="http://airs.jpl.nasa.gov/" target="_blank">AIRS (Atmospheric Infrared Sounder)</a>, instrumento do satélite Acqua, da NASA.</p>
<p>“Você pode olhar dentro das reservas indígenas, onde não há desmatamento e ver enormes incêndios de sub-bosque”, destaca Doug Morton, do centro Goddard da Nasa. “A presença humana na fronteira do desmatamento aumento o risco de incendios florestais quando as condições são favoráveis ao fogo, com ou sem atividade de desmatamento”, completa. De acordo com ele, a ignição pode vir de fogões, campings, cigarros, carros, queimadas descontroladas e inúmeras atividades humanas.</p>
<p><strong>Previsão de incêndios severos</strong></p>
<p>Previsões feitas a partir de dados da temperatura superficial dos oceanos Atlântico e Pacífico e o histórico de incêndios na região amazônica trazem uma má notícia para os próximos meses: risco de fogo maior do que nos últimos dois anos. Este modelo já havia sido capaz de prever como seria o período de incêndios do ano passado. O aumento da temperatura superficial do Atlântico Norte, combinada com a redução das temperaturas do Pacífico, indica uma temporada severa de incêndios durante três dos seis meses de estiagem na região.</p>
<p>Nos estados do Mato Grosso e Pará, onde ocorre a maior parte das queimadas na Amazônia Brasileira, a projeção é de chamas acima da média registrada entre 2001 e 2012. Rondônia, Acre e departamentos de Santa Cruz e Pando, na Bolívia, também podem ter incêndios acima da média em 2013.</p>
<p>Segundo os cientistas da Nasa, em 2012, as condições eram menos favoráveis ao fogo. A temperatura do Pacífico Central e do Atlântico Norte estavam abaixo do normal, o que levou ao aumento das chuvas no sul da Amazonia nos meses anteriores ao período das queimadas. Mas em 1997 e 1998, o El Niño, aquecimento das águas superficiais do Pacífico, empurrarou as chuvas para o Norte e deixaram o Sul e Oeste da Amazônia mais secos e propensos ao fogo.</p>
<p><strong>Fonte: O Eco</strong></p>
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		<title>Europa tem que cortar emissões em 55% até 2030, aponta ONG</title>
		<link>http://www.estacaovida.org.br/2013/06/12/2580/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 19:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Djhuliana Mundel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudo divulgado pela organização não-governamental Greenpeace aponta que a União Europeia terá que realizar um novo corte de 7% nas emissões de CO2 até 2030, para compensar a falha do mercado de crédito de carbono e fazer com que as &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/12/2580/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo divulgado pela organização não-governamental Greenpeace aponta que a União Europeia terá que realizar um novo corte de 7% nas emissões de CO2 até 2030, para compensar a falha do mercado de crédito de carbono e fazer com que as medidas ambientais sejam realmente eficazes.</p>
<p><span id="more-2580"></span>O estudo foca na definição dos objetivos ambientais do bloco para os próximos 17 anos e aponta que os cálculos apresentados pela Comissão Ambiental da União Europeia estão equivocados.</p>
<p>Em março, o bloco afirmou que será necessário cortar em 40% as emissões de CO2 nos países que integram a UE. Em maio, o Reino Unido considerou que o corte de emissões chegaria a 50% para o mesmo período.</p>
<p>No entanto, o Greenpeace afirma que a meta apropriada para 2030 é de reduzir em ao menos 55% as emissões de gases-estufa, número que inclui os 7% provenientes do déficit do mercado de carbono.</p>
<p>Niklas Hohne, diretor da Ecofys, empresa responsável pela elaboração do estudo, disse que o bloco europeu precisa de uma meta mais rígida se quiser manter vivo o sistema comunitário de comércio de direitos de emissão e evitar os danos da mudança climática.</p>
<p>Chamado em inglês de ETS, o sistema abrange 11 mil instalações industriais de 31 países europeus e não estaria funcionado como esperado.</p>
<p>O colapso do preço do carbono impediu que as negociações fossem feitas com sucesso e causou um efeito reverso: está mais barato poluir do que investir em tecnologias de produção limpa.</p>
<p><strong>Recorde de emissões em 2012</strong><br />
As emissões de CO2 (dióxido de carbono) em todo o mundo aumentaram 1,4% em 2012, nível considerado recorde pela Agência Internacional de Energia (AIE), que divulgou relatório na segunda-feira (10).</p>
<p>Segundo o órgão, foi registrada a emissão total de 31,6 gigatoneladas de gases-estufa no ano passado. No entanto, apesar da alta, há diferenças regionais, com países reduzindo seus índices e outros aumentando.</p>
<p>A China foi quem mais emitiu gases-estufa e contribuiu para o crescimento global. De acordo com o relatório, foi expelido um adicional de 300 milhões de toneladas de gases em relação ao ano de 2011.</p>
<p>No entanto, o aumento foi considerado baixo se comparado com períodos anteriores devido aos investimentos pesados que o país asiático fez na última década para adotar fontes renováveis e melhorar a eficiência energética.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a substituição de usinas de carvão por tecnologias que usam gás natural na geração de energia ajudou a reduzir as emissões em 200 milhões de toneladas nos últimos anos, trazendo-as de volta ao nível de meados de 1990.</p>
<p>Na Europa, a desaceleração da economia em decorrência da crise e o crescimento do uso de fontes renováveis &#8212; além de políticas que restringem as emissões provenientes da indústria &#8212; fizeram o continente reduzir em 50 milhões de toneladas de CO2.</p>
<p>Emissões do Japão, entretanto, aumentaram em 70 milhões de toneladas, ou 5,8%, enquanto os esforços para melhorar a eficiência energética não conseguiram compensar o aumento da utilização de combustíveis fósseis, após o acidente nuclear de Fukushima em 2011, disse a AIE.</p>
<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
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		<title>Indígenas contra hidrelétricas na Amazônia ocupam sede da Funai, em Brasília</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 16:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrés Pasquis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os 145 indígenas dos rios Xingu, Tapajós e Teles Pires, no Pará, ocuparam a sede da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Brasília, na tarde desta segunda-feira, 10. Os indígenas aguardavam a presidente interina do órgão indigenista, Maria Augusta Assirati, &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/11/indigenas-contra-hidreletricas-na-amazonia-ocupam-sede-da-funai-em-brasilia/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2573" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/funai.gif"><img class="size-medium wp-image-2573" alt="Foto: Ruy Sposati / Brasil de Fato" src="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/funai-300x177.gif" width="300" height="177" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ruy Sposati / Brasil de Fato</p></div>
<p>Os 145 indígenas dos rios Xingu, Tapajós e Teles Pires, no Pará, ocuparam a sede da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Brasília, na tarde desta segunda-feira, 10. <span id="more-2572"></span>Os indígenas aguardavam a presidente interina do órgão indigenista, Maria Augusta Assirati, para entregar documento com reivindicações, solicitar hospedagem e a data em que seriam levados de volta ao Pará. Porém, Maria Augusta não compareceu e por emissários avisou que estava em outra reunião. Nesta terça-feira, 11, completa uma semana que o grupo desocupou o principal canteiro de obras da UHE Belo Monte e veio ao Distrito Federal.</p>
<div id="attachment_2574" class="wp-caption alignright" style="width: 187px"><a href="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/funai2.gif"><img class="size-medium wp-image-2574" alt="" src="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/funai2-177x300.gif" width="177" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Ruy Sposati / Brasil de Fato</p></div>
<p>“Desde a manhã estamos esperando alguém da Funai para falar da nossa pauta, da hospedagem. Ninguém apareceu até agora. Nós chamamos vocês para nossa  assembleia, que começou quando chegamos, e vocês não vieram. Então estamos informando agora para vocês que nos estamos acampando aqui na Funai. Vamos ocupar a Funai a partir de agora”, disse Josias Munduruku aos representantes delegados pela interina da Funai.</p>
<p>O grupo já demonstrava indignação com a postura do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República (SGPR), Gilberto Carvalho, que na manhã desta segunda negou reunião com os indígenas. Ao invés do ministro, quem recebeu os indígenas foram soldados do Exército e assessores. Pelo próprio governo, os indígenas foram encaminhados para a Funai, onde seriam recebidos pela presidente interina. Até o final da tarde de hoje, Maria Augusta não apareceu.</p>
<p>“Disseram (na SGPR) que receberiam uma comissão de dez, mas nós não nos separamos. O governo não quer entender isso, respeitar nosso jeito. Sabem que não nos separamos. Por essa postura, o ministro descumpre os acordos e assim fica difícil conversar”, explica Jairo Saw, assessor do cacique-geral Munduruku. Para as lideranças, os assessores de Carvalho disseram que ele só poderia atendê-los até as 11h15. Em nota, a SGPR disse que as lideranças indígenas se negaram a se reunir com Gilberto Carvalho.</p>
<p>“O governo está dando as costas para nós. Não quer nos ouvir. Nós estamos entendendo isso. Ele disse que vai fazer hidrelétricas de qualquer jeito, e ele sabe que nós não queremos. Essa nota do governo nós lemos na reunião. Ele disse que esperou a gente, disse que nos recusamos. É mentira! Foi ao contrário. Nós fomos lá, nós que esperamos”, disse Josias Munduruku para os emissários de Maria Augusta.</p>
<p>O povo Munduruku interpelou judicialmente, no início deste mês, o ministro Carvalho por outra nota da SGPR, onde acusa “autodenominadas” lideranças de envolvimento com atividades ilícitas. <a href="http://cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&amp;conteudo_id=6959&amp;action=read" target="_blank"><strong>Leia matéria na íntegra aqui.  </strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Carta protocolada; carta não recebida</strong></p>
<p>Os indígenas, mesmo sem serem recebidos, protocolaram na SGPR o documento que entregariam ao ministro em mãos – <a href="http://cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&amp;conteudo_id=6962&amp;action=read" target="_blank"><strong>leia a íntegra aqui.</strong></a> Na carta, os indígenas relatam ponto a ponto as áreas afetadas pelo projeto hidrelétrico nos rios Teles Pires e Tapajós – motivo pelo qual o grupo ocupou no mês de maio, por 17 dias em duas ocasiões, o principal canteiro das obras da UHE Belo Monte. Um dos locais atingidos é a Cachoeira Sete Quedas, sagrado para os Munduruku, Kayabi e Apiaká, que será inundada pela usina que está sendo construída no Teles Pires.</p>
<p>“A Cachoeira de Sete quedas (Paribixexe): É uma linda cachoeira contendo sete quedas em formato de escada. É o lugar onde os mortos estão vivendo, o céu dos mortos, ou seja, o mundo dos vivos, o reino dos mortos. É um local sagrado para os Munduruku, Kayabi e Apiakás, aonde também os peixes se procriam e diversas espécies e todos os tamanhos, onde existe a mãe dos peixes. Nas paredes constam as pinturas rupestres deixados pelo Muraycoko (pai da escrita), a escrita deixada para os Munduruku através das escritas <em>surabudodot</em>, por muito tempo remoto (sic)”, diz trecho da carta.</p>
<p>Para Valdenir Munduruku, o ministro Carvalho demonstra com as atitudes apresentadas a forma de diálogo que pretende manter: “Aqui, a casa deles, nos recebem com o Exército e a polícia e não nos deixam entrar. Em nossa casa, mandam o Exército e a polícia para poderem entrar. Isso não é diálogo. É como se nós fôssemos inimigos”. Josias Munduruku lembra que na reunião da última terça-feira, 4, o ministro disse que as hidrelétricas vão sair, pois se trata de uma decisão de governo: “Me pergunto: que consulta é essa que eles querem fazer? Não é consulta quando eles (governo) tomam uma decisão sem volta. O que poderá sair de consulta assim?”, questiona.</p>
<p>Por enquanto, não há previsão de retorno dos indígenas para o Pará e de desocupação do órgão indigenista estatal. Tampouco a hospedagem ficou definida, mas, pelo visto, depois do anúncio da ocupação à sede da Funai, os indígenas já arrumaram um lugar para ficar &#8211; ao menos por essa noite.</p>
<p><strong>Fonte: Renato Santana / Brasil de Fato<em></em></strong></p>
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		<title>Governo chinês aprova três variedades de soja brasileira geneticamente modificada</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 16:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrés Pasquis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Decisão atendeu ao pedido do ministro da Agricultura, Antônio Andrade, em viagem oficial à China. O governo chinês aprovou a entrada no país de três variedades de soja brasileira geneticamente modificada, conforme informou nesta segunda, dia 10, o ministro da Agricultura, Pecuária &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/11/governo-chines-aprova-tres-variedades-de-soja-brasileira-geneticamente-modificada/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2570" class="wp-caption alignleft" style="width: 242px"><a href="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/14811873.jpg"><img class="size-full wp-image-2570" alt="Foto: Esalq" src="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/14811873.jpg" width="232" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Esalq</p></div>
<p>Decisão atendeu ao pedido do ministro da Agricultura, Antônio Andrade, em viagem oficial à China.<span id="more-2569"></span></p>
<p>O governo chinês aprovou a entrada no país de três variedades de <strong><a href="http://agricultura.ruralbr.com.br/noticia/2013/04/indefinicao-chinesa-sobre-importacao-de-soja-transgenica-preocupa-produtor-do-brasil-4112052.html"><strong>soja brasileira geneticamente modificada</strong></a></strong>, conforme informou nesta segunda, dia 10, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, que está em visita oficial à China. Ele participou neste domingo, em Beijing, do Foro China &#8211; America Latina e Caribe de Ministros da Agricultura.</p>
<p>A aprovação das variedades de soja <strong>Intacta RR2 PRO</strong>, <strong>CV127</strong> e<strong>Liberty Link</strong>, que têm a propriedade de supressão <strong><a href="http://agricultura.ruralbr.com.br/noticia/2013/06/preocupacao-com-helicoverpa-e-crescente-mas-percevejo-ainda-e-maior-praga-nas-lavouras-de-soja-4164330.html"><strong>de lagartas</strong></a></strong>que causam muitos danos às lavouras de soja no Brasil, foi comunicada a Andrade pelo ministro da Agricultura da China, Han Changfu, durante encontro bilateral.</p>
<p>O ministro brasileiro, que fez o pedido da liberação, agradeceu a decisão das autoridades locais e aproveitou para esclarecer ao seu colega chinês que a agricultura tropical é mais sujeita ao ataque de pragas e ervas daninhas, e por essa razão é mais dependente da contínua introdução de novas tecnologias.</p>
<p>Antônio Andrade lembrou, ainda, que a aprovação torna-se ainda mais significativa em função da propagação da lagarta <strong><a href="http://agricultura.ruralbr.com.br/noticia/2013/03/lagarta-que-ataca-safra-atual-ainda-nao-havia-sido-identificada-no-brasil-descobre-embrapa-4083289.html"><strong><em>Helicoverpa armigera</em></strong></a></strong> em vários Estados do Brasil. Conforme o ministro, as novas sementes aprovadas pelo governo chinês já tinham seu uso autorizado no Brasil e em outros mercados, mas os produtores de soja e as empresas detentoras da tecnologia estavam aguardando a aprovação chinesa, pelo fato de a China ser o principal mercado comprador da soja brasileira.</p>
<p>Em abril de 2013, o <strong><a href="http://agricultura.ruralbr.com.br/noticia/2013/05/exportacao-de-soja-e-derivados-em-abril-cresce-49-sobre-2012-4124951.html"><strong>Brasil exportou 7,154 milhões</strong></a></strong> de toneladas de soja em grãos, equivalente a US$ 3,797 bilhões. Deste total, 5,604 milhões de toneladas (US$ 2,966 bilhões) tiveram a China como destino.</p>
<p>– Essa decisão era ansiosamente aguardada pelos sojicultores brasileiros, visto que as empresas têm poucas semanas para embalar e distribuir o produto, a tempo do plantio da nova safra – destacou Andrade.</p>
<p>O ministro propôs ainda a Han Changfu o aumento da cooperação entre a Embrapa e a Academia de Ciências Agrárias da China no campo da biotecnologia e falou sobre as oportunidades de investimento para empresas chinesas nas novas fronteiras agrícolas do Brasil, principalmente em Mato Grosso e na região conhecida como Matopiba.</p>
<p>A região traz novas opções de escoamento da produção no sentido norte, por hidrovias e ferrovias, viabilizadas a partir da recente aprovação da <strong><a href="http://agricultura.ruralbr.com.br/noticia/2013/06/presidente-dilma-sanciona-nova-lei-dos-portos-com-vetos-4160400.html"><strong>Medida Provisória dos Portos</strong></a></strong>. Esses temas serão novamente abordados por ocasião da visita do vice-ministro da Agricultura da China ao Brasil, nos dias 20, 21 e 22 deste mês.</p>
<p>No encontro de Ministros da Agricultura da China, America Latina e Caribe o ministro Antônio Andrade foi um dos convidados para falar na sessão solene de abertura, que foi presidida pelo vice-primeiro ministro da China, Wang Yang.</p>
<p>Ainda no Foro de Ministros, detalhou as prioridades brasileiras no comércio com a China, em que mencionou &#8220;a preocupação com a diversificação da pauta exportadora, a exportação de produtos de maior valor agregado e o equacionamento dos problemas de logística, um tema que interessa tanto aos produtores brasileiros como aos consumidores chineses&#8221;.</p>
<p>O ministro enfatizou, por fim, que esta foi sua primeira viagem internacional depois que assumiu o cargo.</p>
<p>– O destino não poderia ser outro, já que a China é a principal compradora dos produtos agrícolas exportados pelo Brasil – afirmou.</p>
<p><strong>Aprosoja celebra aprovação da tecnologia RR2 pela China</p>
<p></strong>A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) comemorou, em nota divulgada nesta segunda, a decisão do governo chinês de aprovar a utilização da soja geneticamente modificada Intacta RR2.</p>
<p>– Esta aprovação é importante para o produtor mato-grossense, pois queríamos adotar a nova tecnologia, mas não era possível sem a liberação do nosso principal mercado – afirmou o presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro, no comunicado.</p>
<p>A Monsanto, que produz a soja, havia firmado um acordo com a cadeia produtiva de lançar comercialmente a variedade transgênica de segunda geração somente depois do aval da China.</p>
<p>– Se plantássemos sem a certeza de que a China aceitaria o produto, poderíamos sofrer um embargo e consequências gravíssimas para a agricultura de Mato Grosso – explicou Fávaro.</p>
<p><strong>Fonte: Ministério da Agricultura</strong></p>
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		<title>Enchentes devem aumentar com aquecimento global, diz estudo</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 15:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrés Pasquis</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas do Instituto de Engenharia da Universidade de Tóquio apresentaram nesta semana uma pesquisa, publicada no periódico Nature Climate Change, que afirma que as mudanças climáticas levarão a mais enchentes até o final do século.  Para chegar a essa conclusão, a &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/11/enchentes-devem-aumentar-com-aquecimento-global-diz-estudo/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2566" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/parques-nacionals.jpg"><img class="size-medium wp-image-2566 " alt="" src="http://www.estacaovida.org.br/wp-content/uploads/2013/06/parques-nacionals-300x204.jpg" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Oxfam</p></div>
<p>Cientistas do Instituto de Engenharia da Universidade de Tóquio apresentaram nesta semana uma <a href="http://www.nature.com/nclimate/journal/vaop/ncurrent/full/nclimate1911.html" target="_blank">pesquisa</a>, publicada no periódico Nature Climate Change, que afirma que as mudanças climáticas levarão a mais enchentes até o final do século. <span id="more-2565"></span></p>
<p>Para chegar a essa conclusão, a equipe de pesquisadores, liderada por Yukiko Hirabayashi, analisou 11 modelos climáticos globais e a probabilidade de enchentes em 29 bacias hidrográficas de grandes rios.</p>
<p>Yangtzé, Mekong, Ganges, Níger, Congo, Nilo, Reno, Amazonas e Paraná, rios que têm um papel importantíssimo, servindo de fonte de alimentos, transporte e energia para boa parte da população do planeta, passarão a ter enchentes mais frequentes.</p>
<p>Por outro lado, os rios de outras regiões, como a América do Norte, norte e oeste da Europa e sul da África podem passar a apresentar menos cheias em relação aos níveis atuais. Em números, isso significa que o aquecimento global levaria ao aumento na frequência de enchentes em 42% da área estudada, e à diminuição na frequência em 18% da área analisada.</p>
<p>Os cientistas observaram também que, até 2100, o número de pessoas afetadas pelas enchentes vai depender dos diferentes cenários de temperatura em ocorrência. Se o aquecimento se mantiver em dois graus Celsius, 27 milhões de pessoas estarão em risco de grandes inundações; nesse panorama, o mundo ainda teria uma chance contra os efeitos prejudiciais das mudanças climáticas.</p>
<p>Entretanto, se o nível das temperaturas aumentasse quatro graus, 64 milhões de pessoas estariam em risco de mais enchentes. E se as temperaturas aumentassem em seis graus, esse número subiria para 93 milhões. Esses valores também incluem o crescimento populacional como uma das variáveis responsável pelo aumento das pessoas em risco.</p>
<p>A pesquisa prevê ainda que, atualmente, eventos de enchentes em massa ocorrem uma vez a cada século, mas devem aumentar sua frequência para casa dez ou 50 anos.</p>
<p>E apesar das incertezas que permeiam a relação entre o aquecimento global e as enchentes, os estudiosos acreditam essas descobertas ajudarão os países que podem ser afetados a se prepararem. Hoje em dia, enchentes, como as que estão<a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/noticias2/noticia=734220" target="_blank">ocorrendo na Europa</a>, são responsáveis pela morte de milhares de pessoas e causam dezenas de bilhões de dólares em prejuízos todos os anos, principalmente na última década.</p>
<p><i>Citação: <a href="http://www.nature.com/nclimate/journal/vaop/ncurrent/full/nclimate1911.html" target="_blank">Global flood risk under climate change</a>, Nature Climate Change (2013), doi:10.1038/nclimate1911</i></p>
<p><strong>Fonte: Jéssica Lipinski / Instituto CarbonoBrasil</strong></p>
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		<title>Emissões de CO2 no mundo batem novo recorde em 2012, aponta AIE</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 19:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Djhuliana Mundel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

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		<description><![CDATA[As emissões de CO2 (dióxido de carbono) em todo o mundo aumentaram 1,4% em 2012, nível considerado recorde pela Agência Internacional de Energia (AIE), que divulgou relatório nesta segunda-feira (10). Segundo o órgão, foi registrada a emissão total de 31,6 &#8230; <a href="http://www.estacaovida.org.br/2013/06/10/emissoes-de-co2-no-mundo-batem-novo-recorde-em-2012-aponta-aie/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As emissões de CO2 (dióxido de carbono) em todo o mundo aumentaram 1,4% em 2012, nível considerado recorde pela Agência Internacional de Energia (AIE), que divulgou relatório nesta segunda-feira (10).</p>
<p>Segundo o órgão, foi registrada a emissão total de 31,6 gigatoneladas de gases-estufa no ano passado.</p>
<p>No entanto, apesar da alta, há diferenças regionais, com países reduzindo seus índices e outros aumentando.</p>
<p><span id="more-2560"></span></p>
<p>Os cientistas disseram que o aumento da temperatura média global precisa ser limitado a menos de 2 ºC neste século para evitar efeitos climáticos, como quebras de safra e derretimento de geleiras, o que exigiria que as emissões sejam mantidas a cerca de 44 bilhões de toneladas de CO2 até 2020.</p>
<p><strong>Diferenças regionais</strong><br />
A China foi quem mais emitiu gases-estufa e contribuiu para o crescimento global. De acordo com o relatório, foi expelido um adicional de 300 milhões de toneladas de gases em relação ao ano de 2011. No entanto, o aumento foi considerado baixo se comparado com períodos anteriores devido aos investimentos pesados que o país asiático fez na última década para adotar fontes renováveis e melhorar a eficiência energética.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a substituição de usinas de carvão por tecnologias que usam gás natural na geração de energia ajudou a reduzir as emissões em 200 milhões de toneladas nos últimos anos, trazendo-as de volta ao nível de meados de 1990.</p>
<p>Na Europa, a desaceleração da economia em decorrência da crise e o crescimento do uso de fontes renováveis &#8212; além de políticas que restringem as emissões provenientes da indústria &#8212; fizeram o continente reduzir em 50 milhões de toneladas de CO2.</p>
<p>Emissões do Japão, entretanto, aumentaram em 70 milhões de toneladas, ou 5,8%, enquanto os esforços para melhorar a eficiência energética não conseguiram compensar o aumento da utilização de combustíveis fósseis, após o acidente nuclear de Fukushima em 2011, disse a AIE.</p>
<p><strong>Planeta em risco</strong><br />
Segundo Maria Van de Hoeven, diretora da AIE, com o ritmo atual de emissões a temperatura do planeta deve crescer entre 3,6 ºC e 5,3 ºC nas próximas décadas. Ainda segundo ela, dois terços dessas emissões são provenientes do setor energético.</p>
<p>Segundo Fatih Birol, economista-chefe da agência, o setor deve se adaptar urgentemente às mudanças climáticas pois pode ser duramente afetado por elas. Ele cita inundações e ciclones como catástrofes naturais que podem impactar a infraestrutura petrolífera, por exemplo.</p>
<p>A AIE é organização autônoma sediada em Paris, que tem como objetivo pesquisar fontes de energia confiáveis, baratas e limpas para seus 28 países membros – o Brasil não faz parte do grupo.</p>
<p><strong>Fonte: G1</strong></p>
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