O prazo para a implementação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), exigência do novo Código Florestal, vence no dia 25 de maio. Responsável por desenvolver o sistema do CAR, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) confirma que a ferramenta já está pronta para o uso, faltando somente um ato oficial para a implementação. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a data limite será cumprida.
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Agricultura firma parceria para o CAR
Nesta segunda-feira (11/03), a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, assinaram, em São Paulo, Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para a regularização ambiental de imóveis rurais em todo o país. A partir dessa iniciativa, o Ministério da Agricultura passa oficialmente a ser parceiro do Ministério do Meio Ambiente na implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR).
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Como desenvolver a economia rural sem desmatar a Amazônia?
É possível combater o desmatamento da Amazônia e promover o crescimento da economia rural da região. Essa tendência já vem ocorrendo desde 2007 e pode ser consolidada nos próximos anos. O fator crítico para aumentar a produção sem desmatar é aumentar a produtividade, especialmente da pecuária, que é o principal uso das áreas desmatadas. Estimamos que seria possível suprir o aumento da demanda de carne projetada até 2022 aumentando-se a produtividade em torno de apenas 24% do pasto com potencial agronômico para a intensificação existente em 2007. Assim, sem desmatar, até 2022 seria possível aumentar o valor da produção agropecuária em cerca de R$ 4 bilhões – um aumento de 16% do valor da produção agropecuária em 2010. Para que a produção agropecuária cresça apenas nas áreas já desmatadas o poder público deverá corrigir falhas de políticas que desencorajam o investimento nessas áreas e outras que estimulam o desmatamento.
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Pecuaristas de Mato Grosso conhecem práticas de pecuária integrada em Minas Gerais
Grupo conheceu experiências que mostram que é possível melhorar produtividade sem expansão de novas áreas
Daniela Torezzan / ICV
“Viajar cura ignorância”. A frase de Tatiane Cristelli, engenheira agrônoma responsável pela Fazendo do Flor, localizada no município de Funilândia, Minas Gerais, é um bom resumo dos resultados da viagem técnica do grupo mato-grossense que visitou vários municípios daquele estado durante a última semana.
A comitiva formada por 21 pessoas, entre elas, pecuaristas de Alta Floresta e Cotriguaçu, cidades localizadas no norte e noroeste de Mato Grosso, representantes da Embrapa, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Centro de Vida (ICV), conheceram diversas tecnologias para melhorar a produção pecuária, tanto de corte quanto de leite, com sistemas rotacionados de pastagem, integração com lavoura (milho, sorgo e soja) e madeira (eucalipto). Outro diferencial é que a visita técnica incluiu pequenas, médias e grandes propriedades. “É claro que não existe um modelo pronto que pode ser copiado de um lugar para outro, mas sempre se aprende muito com experiências que já estão em andamento, o que possibilita diminuir a margem de erros”, comentou Fabiano Alvin, professor da UFMG e orientador do projeto Pecuária integrada de baixo carbono, desenvolvido pelo ICV e parceiros em Alta Floresta. Continuar lendo
Pecuária de baixo carbono. É possível?
Projeto de Pecuária Integrada de Baixo Carbono, desenvolvido pelo ICV em Alta Floresta, região norte de Mato Grosso, é destaque na revista Carta Capital
Confira a matéria na íntegra, no link abaixo.
http://www.cartacapital.com.br/economia/pecuaria-de-baixo-carbono-e-possivel/
ICV seleciona analista de política e economia agropecuária
O objetivo do cargo é apoiar o desenvolvimento da iniciativa de Pecuária Integrada do ICV, por meio da realização de análises e participação em espaços de formulação de políticas públicas e privadas relacionados ao tema.
A data limite para envio de currículo é 07 de Dezembro de 2012.
Baixe o edital completo aqui.
Boa vacinação do rebanho diminui perdas e melhora a produção
Planejamento e execução adequada são fundamentais para uma boa imunização do rebanho
Daniela Torezzan / ICV

Produtores rurais tiram dúvidas e colocam em prática conceitos e informações aprendidas. Foto: Arquivo ICV.
A vacinação dos animais é um item muito importante na boa gestão da propriedade rural e depende muito de como será planejada e executada. A vacina pode atender três aspectos importantes: da porteira para fora garante a defesa sanitária e, com isso, impede barreiras comerciais; da porteira pra dentro diminui as perdas e custos de produção aumentando a eficiência produtiva; e, de maneira mais geral, beneficia a saúde humana, pois faz o controle de zoonoses e melhora a qualidade da carne.
Mas, com todos esses benefícios, por que ainda existe tanta resistência e problemas na hora de vacinar? A resposta é cultural e pode ter diversas explicações, mas a principal é a falta de informação que dificulta ou até impede o planejamento e execução adequada da vacinação do rebanho. Continuar lendo
Combate a cigarrinhas das pastagens é tema de oficinas e dia de campo em Cotriguaçu
Oficinas reuniram mais de 80 pessoas durante o final de semana para receber informações que ajudem no controle da praga
Daniela Torezzan / ICV

Agricultores familiares das comunidades Novo Horizonte, Ouvo Verde, Santa Clara e Nova União atentos às informações repassadas pelo professor Vander. Foto: Daniela Torezzan / ICV
A cigarrinha das pastagens se tornou uma praga que tem tirado o sono de muitos pecuaristas em Mato Grosso. O bichinho, embora pequeno, faz um estrago grande e traz prejuízos para os pequenos, médios e grandes criadores de gado, não respeitando limites de cercas ou propriedades. O ataque da cigarrinha provoca desde a perda de nutrientes e enfraquecimento do capim até a morte de pastagens completas. Continuar lendo
Projeto de Pecuária Integrada de Baixo Carbono já está com atividades no chão em Alta Floresta
Trabalhos de gradagem, correção do solo, piqueteamento e plantio estão sendo executados nas propriedades
O Projeto Pecuária Integrada de Baixo Carbono, apresentado na última semana durante um seminário para mais de 300 pessoas em Alta Floresta, já está em execução no município. A seleção das propriedades onde serão propostas ações de Boas Práticas Agropecuárias (BPA) e implantadas as Unidades de Referência Tecnológica (UTR) em recuperação e manejo de pastagens já foi realizada e as atividades estão em andamento.
De acordo com Vando Telles, coordenador do projeto do Instituto Centro de Vida (ICV), a primeira etapa realizada foi o chamado diagnóstico de marco zero, ou seja, um levantamento minucioso para traçar um raio-X da propriedade, identificando aspectos relacionados a pastagem, instalações rurais, inventário de maquinários, equipe (funcionários), atividades econômicas, rebanho e suplementação alimentar, entre outros. Com base nessas informações está sendo elaborado um projeto de viabilidade técnico-econômico de toda propriedade para os próximos três anos. Já para as URT´s de recuperação e manejo de pastagem será trabalhada uma parte de cada propriedade. Continuar lendo
Proposta de pecuária com baixa emissão de carbono mobiliza sociedade em Alta Floresta
Evento acontece até esta sexta-feira e tem uma programação intensa dirigida à melhoria do sistema de produção pecuário
Daniela Torezzan / ICV
O interesse em desenvolver atividades econômicas com menos impacto ambiental em Alta Floresta mobilizou mais de 300 pessoas na noite desta quarta-feira (26) durante a abertura do 1º Seminário de Pecuária Integrada: rumo às Boas Práticas Agropecuárias (BPA), que acontece no município até esta sexta-feira (28).
Pecuaristas, agricultores familiares, técnicos, estudantes, comerciantes e demais profissionais envolvidos com a cadeia produtiva da pecuária ouviram atentamente as informações sobre o projeto Pecuária Integrada de Baixo Carbono, apresentado e coordenado por Vando Telles, do Instituto Centro de Vida (ICV). “O que estamos buscando é incentivar a adoção de um sistema produtivo que seja rentável, eficiente, perene e com menos impacto sobre os recursos naturais, principalmente, solo, água e florestas. Existe tecnologia que permite desenvolver a pecuária dentro desse entendimento e nosso papel é apoiar e disseminar essas práticas”, explicou Vando. Continuar lendo


